sexta-feira, 3 de junho de 2011

Morcego-de-rabo-de-rato

Colônias de morcegos-de-rabo-de-rato se empoleiram em ruínas de edifícios. Alimentam-se de insetos e, nas áreas em que o inverno temporariamente reduz a quantidade de comida, esses morcegos entram num sono profundo, que lembra um torpor. Dessa forma são capazes de passar algumas semanas sem comer ou beber.

Nome científico: Rhinopoma microphyllum
Tamanho: Envergadura: 18-25 cm
Habitat: Áreas secas e sem árvores
Distribuição: Do oeste da África até a Índia e Sumatra

Morcego-raposa-voadora

As maiores asas no mundo dos morcegos são as dos raposas-voadoras, que voam ao anoitecer atrás de frutas ou do néctar de flores, seus principais alimentos. O pólen que gruda em seu pêlo, as sementes que caem durante o vôo ou que eles cospem criam raízes e se transformam em novas árvores de frutas.

Nome científico:
Pteropus giganteus
Tamanho: Envergadura: 1,5 m
Habitat: Florestas
Distribuição: Sul e Sudeste Asiático

terça-feira, 22 de março de 2011

Série de selos com espécies ameaçadas celebra 50 anos da WWF

Inovação em 2 dos 14 selos permite a usuários de smartphones assistir a vídeos da ONG sobre as espécies.

O Correio britânico está lançando uma série de selos com imagens de espécies de animais ameaçadas para comemorar o 50º aniversário da ONG ambientalista internacional WWF. A série é formada por 14 selos com imagens de animais - cinco deles da fauna brasileira (veja selos abaixo).

Estão retratados o elefante africano, o gorila-das-montanhas, o tigre siberiano, o urso polar, o leopardo-de-amur, o lince ibérico, o panda vermelho, o rinoceronte preto e um cão selvagem africano.

Da fauna brasileira estão representados nos selos a onça pintada, o sapo venenoso Dendrobates azureus, a arara-azul, o macaco-aranha e o mico-leão-dourado.

Os selos foram produzidos com papel fabricado a partir de árvores de florestas controladas e certificadas ou de fontes recicladas. Dois dos selos - com as imagens do elefante e do tigre - também trazem uma inovação tecnológica.

Usuários de smartphones, com a ajuda de um aplicativo especial, poderão escanear as imagens e assistir a vídeos sobre as espécies ameaçadas, narrados pela atriz Miranda Richardson, embaixadora da WWF.

WWF 1 (Foto: WWF / Divulgação)
Macaco-aranha, arara-azul, sapo-boi-azul e a onça-pintada são alguns dos animais amazônicos lembrados nos selos comemorativos do 50 anos da WWF (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 2 (Foto: WWF / Divulgação)
Selo do elefante africano, espécie em extinção devido ao comércio de marfim (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 3 (Foto: WWF / Divulgação)
Cão selvagem africano, um dos mais ameaçados da África (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 4 (Foto: WWF / Divulgação)
Leopardo-de-amur, felino mais raro do mundo: 40 exemplares restaram no mundo (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 5 (Foto: WWF / Divulgação)
A WWF trabalha há 40 anos para proteger os rinocerontes pretos (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 6 (Foto: WWF / Divulgação)
Correio britânico traz selos como o do mico-leão-dourado (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 7 (Foto: WWF / Divulgação)
Acredita-se que existam menos de 200 linces ibéricos no mundo (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 8 (Foto: WWF / Divulgação)
Gorila-das-montanhas vive na fronteira entre a Ruanda, Uganda e a República Democrática do Congo. A WWF afirma que apenas 700 exemplares sobraram na natureza (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 9 (Foto: WWF / Divulgação)
Urso polar lembra do combate ao degelo no Círculo Polar Ártico (Foto: WWF / Divulgação)
WWF 10 (Foto: WWF / Divulgação)
Panda vermelho, típico na região do Himalaia, entre a China e Nepal (Foto: WWF / Divulgação)

WWF 11 (Foto: WWF / Divulgação)
Segundo a ONG, existem apenas 450 tigres siberianos na Terra (Foto: WWF / Divulgação)

quarta-feira, 16 de março de 2011

O que são vírus ?

Vira e mexe ouvimos falar de um vírus que está por trás de alguma doença. Tem o vírus da gripe, o HIV, que desencadeia a aids, os que são a causa de várias molétias - como sarampo, hepatite, varíola e poliomielite - e, mais recentemente, o da gripe suína. O vírus não é um ser vivo e, portanto, não se inclui em nenhum dos cinco reinos. Não possui estrutura celular nem apresenta funções vitais. É constituído apenas por uma capa de proteínas e um ácido nucléico, que garante sua multiplicação quando invade uma célula viva.

Afinal, o que são animais?

Esta pergunta parece fácil de responder. Mas não é bem assim. Por exemplo, fungos, bactérias e vírus pertencem a outra categoria que não a de animais.

A Terra é habitada por uma infinidade de seres vivos. Nem todos são animais. Uma samambaia, uma rosa ou uma laranjeira integram obviamente outra categoria de ser vivo. Para entender o que diferencia um animal de um vegetal e esses dos demais seres vivos, diversos cientistas se dedicaram - principalmente ao longo dos últimos dois séculos - à análise das características de cada forma de vida e tentaram estabelecer uma classificação em comum.
As primeiras diferenciações eram bem simples. Durante muito tempo, separavam-se todas as formas de vida em dois grandes grupos: o animal e o vegetal, enquanto os mineirais constituíam uma divisão à parte. Para um ser vivo ser colocado em um ou outro grupo, bastava observar o seguinte: aquele com capacidade de realizar fotossíntese e que não se locomova era posto entre os vegetais. Por sua vez, os seres vivos que se movimentam e conseguiam alimento comendo plantas ou outros animais eram agrupados entre os animais.

  • Classificação científica

Com o avanço no estudo dos seres vivos, desencadeado por obrservações mais apuradas e descobertas, a classificação científica ganhou maior importância.

Ficou claro que dividir as formas de vida em apenas dois grupos - denominados reinos Animalia e Plantae - era insuficiente e, não raro, causava confusão entre os estudiosos. As bactérias, que são seres unicelulares, ora se classificam entre os animais, ora fazim parte do grupo das plantas.
A questão foi resolvida quando o biólogo alemão Ernst Haeckel (1834-1919) criou o reino Protista para agrupar os organismos unicelulares.
A partir de então, outros cientistas propuseram a elaboração de duas outras categorias, totalizando cinco reinos, dentro dos quais todos os seres vivos estão divididos.
Embora existam outras formas de classificação científica, o sistema de cinco reinos é bastante aceito atualmente.

  • Os cinco reinos
A classificação em cinco reinos foi proposta originalmente em 1969 pelo cientista norte-americano Robert Whittaker (1920-1980). Veja como é esta divisão:

1. Reino ANIMALIA
Chamado também Metazoa, engloba a maior quantidade de organismos. Agrupa seres multicelulares, que obtêm energia a partir dos alimentos. A amioria é capaz de se locomover. Aqui se incluem desde representantes bem conhecidos, como leões tubarões e cachorros, até aqueles que à primeira vista, nem se parecem animais, como corais, esponjas e anêmonas.

2. Reino
PLANTAE
Seus integrantes são organismos multicelulares, e a grande maioria, autotróficos, ou seja, obtêm energia a partir da fotossíntese. Agrupa cerca de 300 mil espécies. Esse reino também é denominado Metaphyta.

3. Reino
PROTISTA
Aqui estão reunidos organismos unicelulares, ou seja, aqueles formados por uma única célula. Fazem parte desse reino as algas microscópicas e os protozoários. Em geral, habitam o meio aquático ou locais úmidos. Quanto à obtenção de energia, alguns se comportam como plantas, isto é, coletam energia a partir da luz solar. Outros protistas adquirem energia por meio da ingestão de alimento.

4. Reino
FUNGI
Abarca os fungos, que somam milhares de espécies, entre cogumelos, bolores e leveduras. Os fungos podem ser classificados em dois grandes grupos, de acordo com o modo como obtêm energia: saprófitas e parasitas. Os saprófitas se alimentam de matéria orgânica animal ou vegetal morta. Já os parasitas ficam dentro ou sobre animais e plantas vivos e deles retiram seu alimento.

5. Reino
MONERA
Inclui as bactérias, seres unicelulares que apresentam a organização mais simples da natureza. Elas obtêm energia a partir de material orgânico ou inorgânico e até da luz solar.


segunda-feira, 7 de março de 2011

Morcegos

Os morcegos são os únicos mamíferos que conseguem voar. As asas formadas por uma fina pele se abrem e eles se lançam no ar, fazendo voltas e giros espetaculares. Os morcegos passam o dia dormindo, pendurados de cabeça para baixo, longe do alcance dos predadores. À noite, estão prontos para sair em busca de alimento. Alguns usam a ecolocalização para encontrar a comida e voar no escuro, emitindo sons extremamente agudos. Quando o som bate em alguma coisa, cria um eco que é captado por suas sensíveis orelhas. Os morcegos usam esse eco para localizar presas e evitar obstáculos.

Gorila

Gorilas passam a maior parte do tempo no solo. Alimentam-se de folhas, brotos, talos, bagas e cascas. Vivem em bandos de aproximadamente 30 animais, liderados por um macho adulto: são vários machos jovens, muitas fêmeas e suas crias. Filhotes de gorilas costumam andar pendurados nas costas da mãe até os dois ou três anos de vida.

Nome científico: Gorilla gorilla
Tamanho: Corpo: 1,8 cm (erro do livro)
Habitat: Florestas tropicais
Distribuição: Oeste e centro da África

Chimpanzé

O chimpanzé se alimenta principalmente de plantas, mas, ocasionalmente, come insetos e carne. Faz vários ruídos, gestos e expressões faciais, e aprendeu a usar uma série de objetos como ferramentas simples. Prova disso é que, para abrir nozes, ele usa pedras; para beber água, fabrica uma espécie de esponja com folhas mastigadas e, com gravetos, cutuca cupinzeiros e se farta de insetos.

Nome científico: Pan Troglodytes
Tamanho: Corpo: 1,7 cm (erro do livro)
Habitat: Florestas tropicais, savanas
Distribuição: Oeste e centro da África

Gibão

O gibão vive em árvores e raramente desce ao solo. Ele se balança entre as árvores e corre verticalmente ao longo dos galhos. Ao amanhecer, os gibões começam a gritar ou cantar, com machos e fêmeas alternando duetos. Vivem em grupos familiares pequenos.

Nome científico: Hylobates lar
Tamanho: Corpo: 65 cm
Habitat: Florestas tropicais, florestas secas
Distribuição: Sul da China e Sudeste Asiático

Bugio

O bugio vive nas florestas tropicais em grupos de cerca de 30 indivíduos. Às vezes, todos os machos do bando se juntam num imenso coral de gritos que podem ser ouvidos a 5 quilômetros de distância. O grito avisa aos outros macacos que eles devem se afastar daquele território. O aparelho vocal do macho tem uma câmara especial que amplifica a voz, já muito forte.

Nome científico: Alouatta seniculus
Tamanho: Corpo:
70 cm
Habitat:
Florestas e mangues
Distribuição: Norte da América do Sul

Mandril

Com seu nariz vermelho e bochechas azuis, o mandril é inconfundível. A fêmea dá à luz um único filhote que ela carrega seja nas costas, seja pendurado em sua barriga. Um macho cuida do grupo de fêmeas e filhotes enquanto eles procuram frutos, vermes e cogumelos.

Nome científico: Mandrillus sphinx
Tamanho: Corpo: 1 m
Habitat: Floresta
Distribuição: Oeste da África

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Fotógrafo registra vida selvagem em vários continentes

O mexicano Patricio Robles Gil passou mais de duas décadas fotografando animais ao redor do mundo.

Durante mais de duas décadas, o fotógrafo mexicano Patricio Robles Gil captou a beleza encontrada em reservas naturais de várias partes do mundo, algumas delas livres da influência da homem. "Tive o privilégio de caminhar e me perder durante dias, às vezes a cavalo, nesses ecossistemas intocados e isso te deixa uma marca muito profunda", diz ele.

O fotógrafo viajou pelo Pantanal Mato-grossense, onde ficou impressionado com a quantidade de onças pintadas que encontrou (veja fotos abaixo).

Animais Robles Gil 1 (Foto: Copyright Robles Gil)
Tigre foi fotografado por Robles Gil no Parque Nacional de Ranthambore, na Índia (Foto: Copyright Robles Gil)

"Demorei anos para conseguir encontrar uma onça frente a frente. Não acho que haja outro lugar no mundo onde seja possível garantir que é possível ver uma onça. Foi maravilhoso. Nos primeiros 30 dias, vi 17 onças. No segundo mês, vi outras 40."

Para Robles Gil, divulgar fotos de áreas silvestres representa um grande conflito. Por um lado, segundo ele, é necessário comunicar a beleza dessas regiões e a necessidade de protegê-las. Por outro, a divulgação pode causar uma explosão de ecoturismo com impacto negativo para esses locais.

Animais Robles Gil 5 (Foto: Copyright Robles Gil)
Alce no Parque Nacional Denali, no Alasca, Estados Unidos (Foto: Copyright Robles Gil)

"Hoje em dia, acho que não é correto eticamente que alguém possa visitar parques e reservas no mundo e ser apenas espectador. Mesmo que não sejam fotógrafos ou ambientalistas, os visitantes tem que fazer algo", diz o fotógrafo. "Nos últimos 20 anos, tenho visto como está aumentando a fragmentação das áreas selvagens, o que vai isolando esses espaços e afetando a viabilidade de várias espécies no futuro."

Robles Gil diz que é preciso que os visitantes se comprometam ou "estas áreas selvagens vão desaparecer".

Animais Robles Gil 2 (Foto: Copyright Robles Gil)
O mexicano passou duas décadas visitando diversas partes no mundo (Foto:
Copyright Robles Gil)

Animais Robles Gil 3 (Foto: Copyright Robles Gil)
Casal de araras capturada pelas lentes de Robles Gil (Foto: Copyright Robles Gil)

Animais Robles Gil 4 (Foto: Copyright Robles Gil)

Cabra vista na península de Kamchatka, no extremo leste da Rússia (Foto: Copyright Robles Gil)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Fotógrafo capta explosão de cores em detalhes de aranhas e moscas

Usando lentes Macro, americano Thomas Shahan surpreende com imagens de artrópodes.

Da BBC

Um fotógrafo norte-americano capturou detalhes de diversos artrópodes em imagens que mostram formas complexas e as cores características dos animais.
Munido de uma câmera digital comum e de lentes macro, Thomas Shahan fotografa diferentes espécies de animais minúsculos, principalmente aranhas e diversos tipos de insetos, como moscas e libélulas (veja fotos abaixo).

Aranhas moscas 1 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Inseto conhecido como 'donzelinha'. (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Os detalhes e as cores se destacam nas imagens de Shahan, que são divulgadas em seu site. No caso de uma aranha Maevia inclemens, o close-up mostra de perto os quatro olhos e a superfície amarela do octópode.

Aranhas moscas 2 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Mosca 'Holcocephala fusca.' (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)

Shahan diz que não mata, maltrata ou imobiliza os animais. "Eu sempre tento fotografar os objetos em seu ambiente natural - ou pelo menos na rua, mas eu ocasionalmente trago um artrópode para dentro de casa para fazer as imagens", diz.

Aranhas moscas 3 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Uma mosca-cavalo ('Tabanus lineola'). (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)

O fotógrafo diz que, em seus primeiros experimentos, chegou a colocar alguns artrópodes no congelador, para deixar seus movimentos mais lentos, mas se arrependeu depois de ver que eles morriam depois de um tempo.

Aranhas moscas 4 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Fêmea da 'Tabanus lineola'. (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)

Shahan diz que, para fazer fotos de insetos, o equipamento é secundário. "Você pode fazer muito com pouca coisa", diz. A dica que ele dá para os interessados é "sair para a rua, se divertir procurando insetos e tirar o maior número de fotos possível".

Aranhas moscas 5 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
'Zygoptera' parece ter 'sorriso' e dentes na face. (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)

Aranhas moscas 6 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Louva-a-deus é fotografado por Shanan. (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)

Aranhas moscas 7 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Aranha com 4 olhos, coloridos como um semáforo. (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)

Aranhas moscas 8 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Uma libélula-azul. (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)

Aranhas moscas 9 (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)
Thomas Shahan fotografou uma aranha-lobo ('Hogna'). (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

58 Curiosidades do Mundo Animal

1. Os três nomes mais comuns de cães são: Lady, King e Duke.

2. A maioria dos animais e plantas adaptam-se ao meio que os rodeia. Os castores fazem exactamente o contrário, eles alteram o ambiente de acordo com as suas necessidades. Constróem lagos e barragens para proteger as suas tocas que têm entradas subaquáticas.

3. Para onde vão os morcegos quando chove? Na América do Sul há uma espécie de morcegos que constrói tendas com as folhas das árvores.


4. Os mosquitos causaram mais mortes do que todas as guerras juntas.


5. Um pequeno morcego castanho consegue apanhar cerca de 600 mosquitos em uma hora.


6. A maioria dos pássaros constrói ninhos novos todos os anos. A águia careca acasala para a vida toda e constrói apenas um ninho, o qual vai ampliando todos os anos. Alguns ninhos pesam quase uma tonelada.


7. Os espinhos dos porcos-espinhos estão cobertos por antibióticos. Isto ajuda-os porque é comum eles picarem-se nos seus próprios espinhos.


8. O recorde de tempo de voo de uma galinha é de 13 segundos.


9. O orgasmo do porco dura 30 minutos.


10. A formiga levanta 50 vezes o seu peso, e puxa 30 vezes o seu próprio peso.


11. A pulga salta 350 vezes a sua altura, o que equivale a uma pessoa dar um pulo de uma altura igual à largura de um campo de futebol.


12. Alguns leões copulam 50 vezes por dia.


13. Neste exacto momento há mais de 100.000.000 de microorganismos alimentando-se, reproduzindo-se, nadando e depositando detritos na área em volta dos teus lábios.


14. As moscas domésticas vivem apenas 2 semanas.


15. Há mais de 2400 espécies de pulgas conhecidas.


16. Uma asa de mosquito move-se 1000 vezes por segundo.


17. Mais de 1000 pássaros morrem por ano esmagados nas janelas dos Estados Unidos.


18. Há mais de 52.6 milhões de cachorros nos Estados Unidos.


19. 24 Horas é a esperança média de vida de uma libelinha.


20 -3 Segundos é o tempo que dura a memória de um peixinho dourado de aquário. 41 Anos é a idade do peixinho de aquário que viveu mais tempo. O seu nome era Fred.


21. O peso de um elefante recém-nascido é de 100 Kg.


22. Os touros correm mais depressa ladeira acima que ladeira abaixo.


23. O "quack" de um pato não faz eco, e ainda ninguém sabe explicar porquê.


24. Os cangurus não conseguem andar para trás.


25. Os gatos têm cerca de 100 sons vocais enquanto que os cães só têm 10.


26. Todos os porcos-espinhos flutuam na água.


27. É possível mandar uma vaca subir escadas, mas descer é impossível.


28. Os elefantes não conseguem saltar. Qualquer outro mamífero consegue.


29. O olho de uma avestruz é maior do que o seu cérebro.


30. Estudos provaram que se um gato cair de um 7º andar, tem menos 30% de hipóteses de sobreviver do que se cair de um 12º andar. Geralmente demora uns oito andares para o gato se aperceber do que está a acontecer, para se relaxar e corrigir a sua posição.


31. O tubarão é o único peixe que pode piscar os dois olhos.


32. Há mais galinhas do que pessoas no mundo.


33. A lula gigante tem os maiores olhos do mundo.


34. O Sapo Cocas é canhoto.


35. A urina do gato brilha com luz ultravioleta.


36. Há mais possibilidades de se morrer com uma rolha de champanhe do que com uma aranha venenosa.


37. O crocodilo não pode pôr a língua para fora.


38. As borboletas sentem o gosto com os pés e não com a língua.


39. Os ratos não vomitam.


40. O material mais resistente criado pela natureza é a teia de aranha.


41. O nome científico do gorila é "Gorilla, gorilla, gorilla".


42. Quando as cobras nascem com duas cabeças, as cabeças lutam entre si por comida.


43. O elefante é o único animal com quatro joelhos.


44. As ovelhas não bebem água corrente.


45. Os koalas não bebem água, eles absorvem os líquidos das folhas de eucalipto.


46. Os olhos de um hamster podem cair se o pendurares de cabeça para baixo.


47. Certas rãs podem ser congeladas e depois descongeladas e continuar vivas.


48. Uma girafa pode limpar as suas orelhas com a língua.


49. Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde as esconderam.


50. O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.


51. Os avestruzes põem as cabeças na areia para procurar água. No entanto, num estudo com 200.000 avestruzes durante um período de 8 anos, não houve qualquer avestruz que enterrasse a cabeça na areia.


52. As formigas espreguiçam-se pela manhã quando acordam.


53. Os golfinhos dormem com um olho aberto.


54. Nos EUA, as pessoas acreditam que há crocodilos enormes nos esgotos de Nova Iorque. No passado, era comum as pessoas terem crocodilos bebês como animais de estimação, e quando estes cresciam, deitavam-nos pela sanita abaixo. No entanto, contrariamente ao que se pensa, apenas foi encontrado um crocodilo nos esgotos de Nova Iorque. O crocodilo, com 57 Kg foi retirado dos esgotos em 1935 por 4 rapazes.


55. O governo da Malásia decidiu resolver o problema dos mosquitos que carregavam inúmeras doenças, deitando o veneno DDT nas áreas infestadas. Isto funcionou, mas depois, as baratas começaram a comer os mosquitos mortos. O lagartos da região comeram as baratas. Contudo, ainda havia uma quantidade residual de veneno nas baratas, mas os lagartos não morreram. Em vez disso, tornaram-se incrivelmente lentos. Deste modo, os gatos começaram a comer os lagartos (que eram bastante rápidos para fugir dos gatos antes de comerem as baratas). O veneno dos lagartos matou os gatos, e, quando não há gatos, os ratos multiplicam-se. Isto levou a Organização Mundial de Saúde a banir o DDT e a importar milhares de gatos para matarem os ratos.


56. As girafas não têm cordas vocais.


57. Os morcegos viram sempre para a esquerda quando saem da caverna.


58. Os camarões têm o coração na cabeça.

Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/ver/58_curiosidades_do_mundo_animal.html

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Pombo-correio se orienta pelo campo magnético da Terra, diz estudo

Agência Lusa , em Paris (França)

Os pombos-correios se orientam graças ao campo magnético da Terra e não ao seu olfato, indica estudo publicado pela revista "Nature", que chama atenção para a existência de magnetita no bico das aves.

Segundo a pesquisa, esse "ímã natural" permite aos pombos ter uma percepção magnética dos percursos e cobrir grandes distâncias sem se perderem, regressando depois ao ponto de partida.

M as esta explicação magnética das aptidões dos pombos-correios é contestada por alguns especialistas que atribuem a orientação destes pássaros a certos odores que vão encontrando na atmosfera.

Campo magnético

No seu trabalho de pesquisa, a equipe do professor Cordula Mora, da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, conseguiu provar que os pombos são sensíveis às perturbações do campo magnético da Terra.

Numa experiência, os pombos-correios foram colocados num túnel de madeira com uma bobina elétrica móvel em sua parede externa. Os pássaros se dirigiam para uma das saídas do túnel se o campo magnético era perturbado, e para o outro no caso contrário.

Quando os pesquisadores colocavam um ímã em seus bicos, a capacidade para seguir as instruções da bobina ficava enfraquecida. O mesmo efeito foi observado quando o bico as aves era anestesiado.

Segundo os especialistas, o experimento demonstrou que os pombos realmente se orientam pelo campo magnético. Além disso, a capacidade de orientação dos pássaros diminui quando se corta um nervo que fornece informações visuais ao cérebro, mas não com o corte do nervo olfativo, o que prova, segundo eles, que não dependem de odores para regressar ao seu ponto de partida.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12682.shtml

Formiga tem capacidade de "dar aula" para companheira

Um cérebro grande não é necessário para dar aulas. Antes que professores fiquem indignados e inundem a Folha com cartas raivosas, segue o motivo: a afirmação se refere a formigas, e foi feita por dois pesquisadores que analisaram um fenômeno único na natureza --um inseto ensinando outro.

"Nossa identificação de comportamento de ensino em uma formiga mostra que um cérebro grande não é um pré-requisito para isso", escrevem Nigel Franks e Tom Richardson, da Universidade de Bristol, Reino Unido, na edição de hoje da revista científica " Nature.

Claro, o cérebro continua importante. "Talvez animais com cérebro grande possam muitas vezes aprender de modo independente", disse Franks à Folha .

Os dois afirmam que o exemplo que encontraram de relacionamento professor-aluno é inédito no reino animal, descontando-se o ser humano. "Um indivíduo é um professor se ele modifica seu comportamento na presença de um observador, com algum custo inicial para ele próprio, para poder dar um exemplo, de modo que o outro indivíduo aprenda mais rápido", definem eles.

Eles estudaram o modo como uma formiga "professora" ensinava à "aluna" o caminho até uma fonte de comida. O caminho era demorado, e envolvia uma relação entre as duas --a "aluna" tocava a "professora" nas pernas ou abdômen com sua antena, e ela modificava seu comportamento em seguida.

Dar aula custa caro para a formiga professora. Ela poderia chegar quatro vezes mais rápido à fonte de comida se não tivesse de ensinar o caminho.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14148.shtml

Macacos, gibões e bugios

Humanos e macacos pertencem a um grupo de cerca de 250 espécies chamadas primatas. Esses mamíferos costumam ter o cérebro grande, o que faz deles seres inteligentes e com capacidade de desenvolver novas habilidades. Muitos têm os polegares oponíveis aos dedos da mão, o que significa dizer que podem agarrar os objetos com firmeza. Alguns também têm os dedos dos pés oponíveis. A maioria vive em árvores e tem os olhos voltados para frente e, por isso, percebem a distância entre os galhos.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Americana flagra 'jacaré laranja' na Flórida

Réptil foi fotografado em Venice por Sylvia Mythen. Mulher contou que precisou olhar duas vezes para acreditar.

A norte-americana Sylvia Mythen disse que levou um susto na quarta-feira após flagrar um jacaré americano (aligátor) laranja em Venice, no estado da Flórida (EUA). A mulher contou que precisou olhar duas vezes para ter certeza do que tinha visto, segundo a emissora de TV 'ABC'.

A norte-americana Sylvia Mythen disse que levou um susto na quarta-feira após flagrar um jacaré americano (aligátor) laranja em Venice, no estado da Flórida (EUA). A mulher contou que precisou olhar duas vezes para ter certeza no que tinha visto, segundo a emissora de TV 'ABC'. (Foto: Reprodução)

Bezerro de duas cabeças é considerado 'milagre' no Egito

Animal demorou 2 horas para nascer. Peso da cabeça ainda impede bezerro de levantar.

Uma vaca deu cria a um bezerro de duas cabeças no Egito no último final de semana. Segundo o fazendeiro, o nascimento do animal foi um "milagre divino".

Sobhy el-Ganzoury contou que a vaca passou duas horas tentando fazer com que o animal nascesse. O veterinário que fez a cirurgia atestou que ele nasceu com bastante saúde, mesmo com as duas cabeças.

O bezerro ainda não consegue se levantar por conta do peso da cabeça, mas a vaca o alimenta perfeitamente.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Atropelamento de Animais Silvestres. Reduza essa estatística - Projeto Fauna Viva.

Ao avistar animais silvestres nas proximidades da rodovia, mesmo que feridos ou mortos, ligue para (21) 2777-8300. Se possível forneça uma referência, como quilômetro ou localidade.

Para atuar de forma efetiva na preservação dos animais silvestres da região servida pela rodovia Rio-Teresópolis-Além Paraíba, BR-116/RJ, em especial no trecho da serra - onde está localizado o Parnaso (Parque Nacional da Serra dos Orgãos), uma das mais importantes áreas de preservação da Mata Atlântica -, a CRT (Concessionária Rio-Teresópolis) se uniu ao Parnaso para dar vida ao Projeto Fauna Viva.

Essa iniciativa, que existe desde 2008, conta com o apoio e a colaboração do Instituto Chico Mendes, Ibama, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Centro de Primatologia do Rio de Janeiro - INEA, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Castelo Branco, Fundação Oswaldo Cruz, Universidade de São Paulo e Fundação RioZoo.

O objetivo central é identificar e monitorar os animais silvestres atropelados na BR-116/RJ e os pontos com maior incidência. Desta forma, buscam-seinformações para embasar o planejamento e a execução de ações que ajudem na redução dessas ocorrências, como, por exemplo, a implantação de dispositivos que permitam a travessia segura dos animais. Outro desdobramento do projeto é regatar espécies saudáveis em perigo ou feridas no entorno da rodovia.

O Projeto Fauna Viva é realizado no trecho sob concessão da CRT, que totaliza 142,5 quilômetros de extensão. A área de estudo inicia-se no município de Duque de Caxias e atravessa os municípios de Magé, Guapimirim, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto e Sapucaia.

A região Rio-Teresópolis-Além Paraíba, em especial no trecho da serra, abriga importantes remanescentes florestais com várias espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, a onça parda, o macaco muriqui, o porco-do-mato e diversas aves. Dentre os representantes da fauna que estão mais expostos ao risco de atropelamento na área da rodovia, encontram-se o macaco bugio, a preguiça, o cachorro-do-mato, o tatu-galinha, o gambá, o ouriço-cacheiro, além de gaviões e corujas.

  • Efeitos do meio ambiente:
  1. Redução do habitat de espécies vegetais e animais.
  2. Desequilíbrio na cadeia alimentar.
  3. Perda da diversidade genética.
  • Como ajudar na redução dos tropelamentos de animais silvestres:
  1. Respeite a sinalização e os alertas às margens da rodovia.
  2. Mantenha a velocidade indicada.
  3. Ao avistar um animal, reduza a velocidade e dê preferência ao mesmo.
  4. Não jogue restos de alimentos na rodovia ou n seu entorno. Isso atrai os animais.
  5. Em caso de atropelamento ou ao perceber animais na pista ou nas proximidades, comunique à CRT (21) 2777-8300.
PROCEDIMENTOS: Caso seja encontrado algum animal silvestre atropelado na rodovia, este é levado pela CRT à sede do Fauna Viva, no Parque Nacional da Serra dos Orgãos. Os encontrados vivos e aparentemente saudáveis são examinados e devolvidos ao local de origem. Os feridos são atentidos pela veterinária do projeto, especialista em animais silvestres, e quando recuperados seguem o mesmo destino. Já os animais mortos são enviados a diferentes instituições de pesquisa para estudo.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO ESCREVA PARA:
faunaviva@crt.com.br




Concessionária Rio Teresópolis S.A, Rio de Janeiro
Rodovia: BR-166
Praças de pedágio: 4
Telefone: (21) 2777-8300
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