sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Bezerro de duas cabeças é considerado 'milagre' no Egito

Animal demorou 2 horas para nascer. Peso da cabeça ainda impede bezerro de levantar.

Uma vaca deu cria a um bezerro de duas cabeças no Egito no último final de semana. Segundo o fazendeiro, o nascimento do animal foi um "milagre divino".

Sobhy el-Ganzoury contou que a vaca passou duas horas tentando fazer com que o animal nascesse. O veterinário que fez a cirurgia atestou que ele nasceu com bastante saúde, mesmo com as duas cabeças.

O bezerro ainda não consegue se levantar por conta do peso da cabeça, mas a vaca o alimenta perfeitamente.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Atropelamento de Animais Silvestres. Reduza essa estatística - Projeto Fauna Viva.

Ao avistar animais silvestres nas proximidades da rodovia, mesmo que feridos ou mortos, ligue para (21) 2777-8300. Se possível forneça uma referência, como quilômetro ou localidade.

Para atuar de forma efetiva na preservação dos animais silvestres da região servida pela rodovia Rio-Teresópolis-Além Paraíba, BR-116/RJ, em especial no trecho da serra - onde está localizado o Parnaso (Parque Nacional da Serra dos Orgãos), uma das mais importantes áreas de preservação da Mata Atlântica -, a CRT (Concessionária Rio-Teresópolis) se uniu ao Parnaso para dar vida ao Projeto Fauna Viva.

Essa iniciativa, que existe desde 2008, conta com o apoio e a colaboração do Instituto Chico Mendes, Ibama, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Centro de Primatologia do Rio de Janeiro - INEA, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Castelo Branco, Fundação Oswaldo Cruz, Universidade de São Paulo e Fundação RioZoo.

O objetivo central é identificar e monitorar os animais silvestres atropelados na BR-116/RJ e os pontos com maior incidência. Desta forma, buscam-seinformações para embasar o planejamento e a execução de ações que ajudem na redução dessas ocorrências, como, por exemplo, a implantação de dispositivos que permitam a travessia segura dos animais. Outro desdobramento do projeto é regatar espécies saudáveis em perigo ou feridas no entorno da rodovia.

O Projeto Fauna Viva é realizado no trecho sob concessão da CRT, que totaliza 142,5 quilômetros de extensão. A área de estudo inicia-se no município de Duque de Caxias e atravessa os municípios de Magé, Guapimirim, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto e Sapucaia.

A região Rio-Teresópolis-Além Paraíba, em especial no trecho da serra, abriga importantes remanescentes florestais com várias espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, a onça parda, o macaco muriqui, o porco-do-mato e diversas aves. Dentre os representantes da fauna que estão mais expostos ao risco de atropelamento na área da rodovia, encontram-se o macaco bugio, a preguiça, o cachorro-do-mato, o tatu-galinha, o gambá, o ouriço-cacheiro, além de gaviões e corujas.

  • Efeitos do meio ambiente:
  1. Redução do habitat de espécies vegetais e animais.
  2. Desequilíbrio na cadeia alimentar.
  3. Perda da diversidade genética.
  • Como ajudar na redução dos tropelamentos de animais silvestres:
  1. Respeite a sinalização e os alertas às margens da rodovia.
  2. Mantenha a velocidade indicada.
  3. Ao avistar um animal, reduza a velocidade e dê preferência ao mesmo.
  4. Não jogue restos de alimentos na rodovia ou n seu entorno. Isso atrai os animais.
  5. Em caso de atropelamento ou ao perceber animais na pista ou nas proximidades, comunique à CRT (21) 2777-8300.
PROCEDIMENTOS: Caso seja encontrado algum animal silvestre atropelado na rodovia, este é levado pela CRT à sede do Fauna Viva, no Parque Nacional da Serra dos Orgãos. Os encontrados vivos e aparentemente saudáveis são examinados e devolvidos ao local de origem. Os feridos são atentidos pela veterinária do projeto, especialista em animais silvestres, e quando recuperados seguem o mesmo destino. Já os animais mortos são enviados a diferentes instituições de pesquisa para estudo.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO ESCREVA PARA:
faunaviva@crt.com.br




Concessionária Rio Teresópolis S.A, Rio de Janeiro
Rodovia: BR-166
Praças de pedágio: 4
Telefone: (21) 2777-8300
www.crt.com.br

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Cuidando da cria

A maior parte dos mamíferos alimenta seus filhotes e os protege durante os primeiros estágios da vida. Muitos chegam a ensinar os pequenos a procurar e caçar sua comida, e a se defender do perigo. Alguns mamíferos adultos mantêm os filhotes escondidos em tocas ou lugares secretos. Se estão sendo ameaçadas, as mães pegam as crias com a boca, levando-as para um local seguro.

  • Mãe e professora
A fêmea do guepardo é uma mãe zelosa. Quando a cria está com cerca de seis meses, ela começa a ensiná-lo a procurar seu próprio alimento. E chega a trazer presas vivas para que o pequeno mesmo cace e, assim, aprenda a matar. Ela costuma esperar seus filhotes completarem 2 anos para só então deixar que se virem sozinhos. A fêmea do guepardo dá à luz de dois a oito filhotes por ninhada. Entretanto, 90% desses filhotes morrem antes de chegar à idade adulta.

Á direita: Marsupiais como os cangurus dão à luz filhotes ainda não completamente formados. As minúsculas criaturas precisam "nadar" entre os pêlos da mãe para chegar à bolsa marsupial onde podem mamar o leite materno e completar seu desenvolvimento.

Canguru e o filhote já desenvolvido ----->














Acima: Cuidar do pêlo um do outro é uma importante
atividade para animais como os macacos.
Essa mãe observa atentamente o pêlo do filhote para
tirar sujeira e pulgas.


  • Criando os filhotes
Embora muitas espécies cuidem de seus filhotes por um certo período, nenhuma outra gasta tanto tempo e energia criando e alimentando a prole quanto os mamíferos. Entre eles, há filhotes que conseguem se locomover assim que nascem. Os cavalos, capazes de andar imediatamente após o nascimento, são um bom exemplo. Mas há casos em que o filhote é indefeso. Nesse grupo estão os cãezinhos, que nascem praticamente cegos. Os pais desses filhotes precisam despender muito tempo para cuidar deles nos primeiros estágios.

  • Alimentando as crias
A fêmea alimenta os filhotes com o leite que suas glândulas mamárias produzem. Os bebês sugam o leite nas tetas ou bicos das glândulas mamárias. Ele contém todos os nutrientes de que os pequenos precisam durante as primeiras semanas de vida. Animais como os porcos, que têm um grande número de filhotes, possuem várias tetas para que todos possam mamar de uma só vez.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Diversas fotos do programa VIDA - Discovery Channel e Vídeo da COBRA ANACONDA comendo uma capivara

Diversas fotos do programa VIDA - Discovery Channel:

http://www.discoverybrasil.com/vida/galeria-fotos-1-1.shtml

Vídeo da COBRA ANACONDA comendo uma capivara:

http://www.youtube.com/watch?v=0owHFW_frTE&NR=1

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Aie-aie

O aie-aie bate nas árvores com seu longo e fino dedo médio, ouve o som dos insetos que se movem sob a casca e usa o mesmo dedo para puxar esses insetos para fora. Segundo a tradição local, o estranho aie-aie é considerado um mau presságio e, por isso, é muito perseguido.

Nome científico: Daubentonia madagascariensis
Tamanho: Corpo: 35-44 cm
Habitat: Floresta Tropical
Distribuição: Nordeste de Madagascar

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Rã-touro africana é flagrada comendo rato

Animal é carnívoro e caça roedores, pássaros e até outras espécies de anfíbios

O fotógrafo Mark Abbot flagrou o momento em que uma rã-touro africana comia um pequeno roedor. Ao contrário de outras espécies de anfíbios, a rã-touro africana é conhecida por sua natureza agressiva e por atacar pequenos animais que estão a seu alcance.

De acordo com Dan Garrick, tratador de animais tropicais do Newquay Zoo, a rã-touro africana geralmente fica sentada esperando que a presa passe em sua frente. "Elas são estimuladas por movimento e atacam praticamente qualquer coisa que estiver ao seu alcance", explicou, em entrevista ao Daily Mail.

Segundo cientistas, o animal é capaz de saltar até 3 metros e meio de altura e pode chegar a pesar até dois quilo. O anfíbio tem como habitat natural a região central e sul da África.

Veja abaixo um vídeo da rã-touro africana em ação:

http://www.youtube.com/watch?v=wXqK5QulbJ8&feature=player_embedded

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Indri

O Indri é o maior dos lêmures e pode ser encontredo em florestas a 1.800 m acima do nível do mar. Tem cara preta e pelada e o focinho curto. Os Indris vivem em grupos familiares e são ativos durante o dia em todos os níveis da floresta, buscando folhas e frutos para comer. As fêmeas dão à luz apenas um filhote de cada vez.

Nome científico: Indri indri
Tamanho: Corpo:
60-70 cm
Habitat: Floresta
Distribuição:
Nordeste de Madagascar