terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Formiga tem capacidade de "dar aula" para companheira

Um cérebro grande não é necessário para dar aulas. Antes que professores fiquem indignados e inundem a Folha com cartas raivosas, segue o motivo: a afirmação se refere a formigas, e foi feita por dois pesquisadores que analisaram um fenômeno único na natureza --um inseto ensinando outro.

"Nossa identificação de comportamento de ensino em uma formiga mostra que um cérebro grande não é um pré-requisito para isso", escrevem Nigel Franks e Tom Richardson, da Universidade de Bristol, Reino Unido, na edição de hoje da revista científica " Nature.

Claro, o cérebro continua importante. "Talvez animais com cérebro grande possam muitas vezes aprender de modo independente", disse Franks à Folha .

Os dois afirmam que o exemplo que encontraram de relacionamento professor-aluno é inédito no reino animal, descontando-se o ser humano. "Um indivíduo é um professor se ele modifica seu comportamento na presença de um observador, com algum custo inicial para ele próprio, para poder dar um exemplo, de modo que o outro indivíduo aprenda mais rápido", definem eles.

Eles estudaram o modo como uma formiga "professora" ensinava à "aluna" o caminho até uma fonte de comida. O caminho era demorado, e envolvia uma relação entre as duas --a "aluna" tocava a "professora" nas pernas ou abdômen com sua antena, e ela modificava seu comportamento em seguida.

Dar aula custa caro para a formiga professora. Ela poderia chegar quatro vezes mais rápido à fonte de comida se não tivesse de ensinar o caminho.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14148.shtml

Macacos, gibões e bugios

Humanos e macacos pertencem a um grupo de cerca de 250 espécies chamadas primatas. Esses mamíferos costumam ter o cérebro grande, o que faz deles seres inteligentes e com capacidade de desenvolver novas habilidades. Muitos têm os polegares oponíveis aos dedos da mão, o que significa dizer que podem agarrar os objetos com firmeza. Alguns também têm os dedos dos pés oponíveis. A maioria vive em árvores e tem os olhos voltados para frente e, por isso, percebem a distância entre os galhos.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Americana flagra 'jacaré laranja' na Flórida

Réptil foi fotografado em Venice por Sylvia Mythen. Mulher contou que precisou olhar duas vezes para acreditar.

A norte-americana Sylvia Mythen disse que levou um susto na quarta-feira após flagrar um jacaré americano (aligátor) laranja em Venice, no estado da Flórida (EUA). A mulher contou que precisou olhar duas vezes para ter certeza do que tinha visto, segundo a emissora de TV 'ABC'.

A norte-americana Sylvia Mythen disse que levou um susto na quarta-feira após flagrar um jacaré americano (aligátor) laranja em Venice, no estado da Flórida (EUA). A mulher contou que precisou olhar duas vezes para ter certeza no que tinha visto, segundo a emissora de TV 'ABC'. (Foto: Reprodução)

Bezerro de duas cabeças é considerado 'milagre' no Egito

Animal demorou 2 horas para nascer. Peso da cabeça ainda impede bezerro de levantar.

Uma vaca deu cria a um bezerro de duas cabeças no Egito no último final de semana. Segundo o fazendeiro, o nascimento do animal foi um "milagre divino".

Sobhy el-Ganzoury contou que a vaca passou duas horas tentando fazer com que o animal nascesse. O veterinário que fez a cirurgia atestou que ele nasceu com bastante saúde, mesmo com as duas cabeças.

O bezerro ainda não consegue se levantar por conta do peso da cabeça, mas a vaca o alimenta perfeitamente.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Atropelamento de Animais Silvestres. Reduza essa estatística - Projeto Fauna Viva.

Ao avistar animais silvestres nas proximidades da rodovia, mesmo que feridos ou mortos, ligue para (21) 2777-8300. Se possível forneça uma referência, como quilômetro ou localidade.

Para atuar de forma efetiva na preservação dos animais silvestres da região servida pela rodovia Rio-Teresópolis-Além Paraíba, BR-116/RJ, em especial no trecho da serra - onde está localizado o Parnaso (Parque Nacional da Serra dos Orgãos), uma das mais importantes áreas de preservação da Mata Atlântica -, a CRT (Concessionária Rio-Teresópolis) se uniu ao Parnaso para dar vida ao Projeto Fauna Viva.

Essa iniciativa, que existe desde 2008, conta com o apoio e a colaboração do Instituto Chico Mendes, Ibama, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Centro de Primatologia do Rio de Janeiro - INEA, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Castelo Branco, Fundação Oswaldo Cruz, Universidade de São Paulo e Fundação RioZoo.

O objetivo central é identificar e monitorar os animais silvestres atropelados na BR-116/RJ e os pontos com maior incidência. Desta forma, buscam-seinformações para embasar o planejamento e a execução de ações que ajudem na redução dessas ocorrências, como, por exemplo, a implantação de dispositivos que permitam a travessia segura dos animais. Outro desdobramento do projeto é regatar espécies saudáveis em perigo ou feridas no entorno da rodovia.

O Projeto Fauna Viva é realizado no trecho sob concessão da CRT, que totaliza 142,5 quilômetros de extensão. A área de estudo inicia-se no município de Duque de Caxias e atravessa os municípios de Magé, Guapimirim, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto e Sapucaia.

A região Rio-Teresópolis-Além Paraíba, em especial no trecho da serra, abriga importantes remanescentes florestais com várias espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, a onça parda, o macaco muriqui, o porco-do-mato e diversas aves. Dentre os representantes da fauna que estão mais expostos ao risco de atropelamento na área da rodovia, encontram-se o macaco bugio, a preguiça, o cachorro-do-mato, o tatu-galinha, o gambá, o ouriço-cacheiro, além de gaviões e corujas.

  • Efeitos do meio ambiente:
  1. Redução do habitat de espécies vegetais e animais.
  2. Desequilíbrio na cadeia alimentar.
  3. Perda da diversidade genética.
  • Como ajudar na redução dos tropelamentos de animais silvestres:
  1. Respeite a sinalização e os alertas às margens da rodovia.
  2. Mantenha a velocidade indicada.
  3. Ao avistar um animal, reduza a velocidade e dê preferência ao mesmo.
  4. Não jogue restos de alimentos na rodovia ou n seu entorno. Isso atrai os animais.
  5. Em caso de atropelamento ou ao perceber animais na pista ou nas proximidades, comunique à CRT (21) 2777-8300.
PROCEDIMENTOS: Caso seja encontrado algum animal silvestre atropelado na rodovia, este é levado pela CRT à sede do Fauna Viva, no Parque Nacional da Serra dos Orgãos. Os encontrados vivos e aparentemente saudáveis são examinados e devolvidos ao local de origem. Os feridos são atentidos pela veterinária do projeto, especialista em animais silvestres, e quando recuperados seguem o mesmo destino. Já os animais mortos são enviados a diferentes instituições de pesquisa para estudo.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO ESCREVA PARA:
faunaviva@crt.com.br




Concessionária Rio Teresópolis S.A, Rio de Janeiro
Rodovia: BR-166
Praças de pedágio: 4
Telefone: (21) 2777-8300
www.crt.com.br

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Cuidando da cria

A maior parte dos mamíferos alimenta seus filhotes e os protege durante os primeiros estágios da vida. Muitos chegam a ensinar os pequenos a procurar e caçar sua comida, e a se defender do perigo. Alguns mamíferos adultos mantêm os filhotes escondidos em tocas ou lugares secretos. Se estão sendo ameaçadas, as mães pegam as crias com a boca, levando-as para um local seguro.

  • Mãe e professora
A fêmea do guepardo é uma mãe zelosa. Quando a cria está com cerca de seis meses, ela começa a ensiná-lo a procurar seu próprio alimento. E chega a trazer presas vivas para que o pequeno mesmo cace e, assim, aprenda a matar. Ela costuma esperar seus filhotes completarem 2 anos para só então deixar que se virem sozinhos. A fêmea do guepardo dá à luz de dois a oito filhotes por ninhada. Entretanto, 90% desses filhotes morrem antes de chegar à idade adulta.

Á direita: Marsupiais como os cangurus dão à luz filhotes ainda não completamente formados. As minúsculas criaturas precisam "nadar" entre os pêlos da mãe para chegar à bolsa marsupial onde podem mamar o leite materno e completar seu desenvolvimento.

Canguru e o filhote já desenvolvido ----->














Acima: Cuidar do pêlo um do outro é uma importante
atividade para animais como os macacos.
Essa mãe observa atentamente o pêlo do filhote para
tirar sujeira e pulgas.


  • Criando os filhotes
Embora muitas espécies cuidem de seus filhotes por um certo período, nenhuma outra gasta tanto tempo e energia criando e alimentando a prole quanto os mamíferos. Entre eles, há filhotes que conseguem se locomover assim que nascem. Os cavalos, capazes de andar imediatamente após o nascimento, são um bom exemplo. Mas há casos em que o filhote é indefeso. Nesse grupo estão os cãezinhos, que nascem praticamente cegos. Os pais desses filhotes precisam despender muito tempo para cuidar deles nos primeiros estágios.

  • Alimentando as crias
A fêmea alimenta os filhotes com o leite que suas glândulas mamárias produzem. Os bebês sugam o leite nas tetas ou bicos das glândulas mamárias. Ele contém todos os nutrientes de que os pequenos precisam durante as primeiras semanas de vida. Animais como os porcos, que têm um grande número de filhotes, possuem várias tetas para que todos possam mamar de uma só vez.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Diversas fotos do programa VIDA - Discovery Channel e Vídeo da COBRA ANACONDA comendo uma capivara

Diversas fotos do programa VIDA - Discovery Channel:

http://www.discoverybrasil.com/vida/galeria-fotos-1-1.shtml

Vídeo da COBRA ANACONDA comendo uma capivara:

http://www.youtube.com/watch?v=0owHFW_frTE&NR=1