Um cérebro grande não é necessário para dar aulas. Antes que professores fiquem indignados e inundem a Folha com cartas raivosas, segue o motivo: a afirmação se refere a formigas, e foi feita por dois pesquisadores que analisaram um fenômeno único na natureza --um inseto ensinando outro.
"Nossa identificação de comportamento de ensino em uma formiga mostra que um cérebro grande não é um pré-requisito para isso", escrevem Nigel Franks e Tom Richardson, da Universidade de Bristol, Reino Unido, na edição de hoje da revista científica " Nature.
Claro, o cérebro continua importante. "Talvez animais com cérebro grande possam muitas vezes aprender de modo independente", disse Franks à Folha .
Os dois afirmam que o exemplo que encontraram de relacionamento professor-aluno é inédito no reino animal, descontando-se o ser humano. "Um indivíduo é um professor se ele modifica seu comportamento na presença de um observador, com algum custo inicial para ele próprio, para poder dar um exemplo, de modo que o outro indivíduo aprenda mais rápido", definem eles.
Eles estudaram o modo como uma formiga "professora" ensinava à "aluna" o caminho até uma fonte de comida. O caminho era demorado, e envolvia uma relação entre as duas --a "aluna" tocava a "professora" nas pernas ou abdômen com sua antena, e ela modificava seu comportamento em seguida.
Dar aula custa caro para a formiga professora. Ela poderia chegar quatro vezes mais rápido à fonte de comida se não tivesse de ensinar o caminho.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14148.shtml
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Macacos, gibões e bugios
Humanos e macacos pertencem a um grupo de cerca de 250 espécies chamadas primatas. Esses mamíferos costumam ter o cérebro grande, o que faz deles seres inteligentes e com capacidade de desenvolver novas habilidades. Muitos têm os polegares oponíveis aos dedos da mão, o que significa dizer que podem agarrar os objetos com firmeza. Alguns também têm os dedos dos pés oponíveis. A maioria vive em árvores e tem os olhos voltados para frente e, por isso, percebem a distância entre os galhos.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Americana flagra 'jacaré laranja' na Flórida
Réptil foi fotografado em Venice por Sylvia Mythen. Mulher contou que precisou olhar duas vezes para acreditar.
A norte-americana Sylvia Mythen disse que levou um susto na quarta-feira após flagrar um jacaré americano (aligátor) laranja em Venice, no estado da Flórida (EUA). A mulher contou que precisou olhar duas vezes para ter certeza no que tinha visto, segundo a emissora de TV 'ABC'. (Foto: Reprodução)
Bezerro de duas cabeças é considerado 'milagre' no Egito
Animal demorou 2 horas para nascer. Peso da cabeça ainda impede bezerro de levantar.
Uma vaca deu cria a um bezerro de duas cabeças no Egito no último final de semana. Segundo o fazendeiro, o nascimento do animal foi um "milagre divino".
Sobhy el-Ganzoury contou que a vaca passou duas horas tentando fazer com que o animal nascesse. O veterinário que fez a cirurgia atestou que ele nasceu com bastante saúde, mesmo com as duas cabeças.
O bezerro ainda não consegue se levantar por conta do peso da cabeça, mas a vaca o alimenta perfeitamente.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Atropelamento de Animais Silvestres. Reduza essa estatística - Projeto Fauna Viva.
Ao avistar animais silvestres nas proximidades da rodovia, mesmo que feridos ou mortos, ligue para (21) 2777-8300. Se possível forneça uma referência, como quilômetro ou localidade.
Para atuar de forma efetiva na preservação dos animais silvestres da região servida pela rodovia Rio-Teresópolis-Além Paraíba, BR-116/RJ, em especial no trecho da serra - onde está localizado o Parnaso (Parque Nacional da Serra dos Orgãos), uma das mais importantes áreas de preservação da Mata Atlântica -, a CRT (Concessionária Rio-Teresópolis) se uniu ao Parnaso para dar vida ao Projeto Fauna Viva.
Essa iniciativa, que existe desde 2008, conta com o apoio e a colaboração do Instituto Chico Mendes, Ibama, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Centro de Primatologia do Rio de Janeiro - INEA, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Castelo Branco, Fundação Oswaldo Cruz, Universidade de São Paulo e Fundação RioZoo.
O objetivo central é identificar e monitorar os animais silvestres atropelados na BR-116/RJ e os pontos com maior incidência. Desta forma, buscam-seinformações para embasar o planejamento e a execução de ações que ajudem na redução dessas ocorrências, como, por exemplo, a implantação de dispositivos que permitam a travessia segura dos animais. Outro desdobramento do projeto é regatar espécies saudáveis em perigo ou feridas no entorno da rodovia.
O Projeto Fauna Viva é realizado no trecho sob concessão da CRT, que totaliza 142,5 quilômetros de extensão. A área de estudo inicia-se no município de Duque de Caxias e atravessa os municípios de Magé, Guapimirim, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto e Sapucaia.
A região Rio-Teresópolis-Além Paraíba, em especial no trecho da serra, abriga importantes remanescentes florestais com várias espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, a onça parda, o macaco muriqui, o porco-do-mato e diversas aves. Dentre os representantes da fauna que estão mais expostos ao risco de atropelamento na área da rodovia, encontram-se o macaco bugio, a preguiça, o cachorro-do-mato, o tatu-galinha, o gambá, o ouriço-cacheiro, além de gaviões e corujas.
Para atuar de forma efetiva na preservação dos animais silvestres da região servida pela rodovia Rio-Teresópolis-Além Paraíba, BR-116/RJ, em especial no trecho da serra - onde está localizado o Parnaso (Parque Nacional da Serra dos Orgãos), uma das mais importantes áreas de preservação da Mata Atlântica -, a CRT (Concessionária Rio-Teresópolis) se uniu ao Parnaso para dar vida ao Projeto Fauna Viva.
Essa iniciativa, que existe desde 2008, conta com o apoio e a colaboração do Instituto Chico Mendes, Ibama, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Centro de Primatologia do Rio de Janeiro - INEA, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Castelo Branco, Fundação Oswaldo Cruz, Universidade de São Paulo e Fundação RioZoo.
O objetivo central é identificar e monitorar os animais silvestres atropelados na BR-116/RJ e os pontos com maior incidência. Desta forma, buscam-seinformações para embasar o planejamento e a execução de ações que ajudem na redução dessas ocorrências, como, por exemplo, a implantação de dispositivos que permitam a travessia segura dos animais. Outro desdobramento do projeto é regatar espécies saudáveis em perigo ou feridas no entorno da rodovia.
O Projeto Fauna Viva é realizado no trecho sob concessão da CRT, que totaliza 142,5 quilômetros de extensão. A área de estudo inicia-se no município de Duque de Caxias e atravessa os municípios de Magé, Guapimirim, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto e Sapucaia.
A região Rio-Teresópolis-Além Paraíba, em especial no trecho da serra, abriga importantes remanescentes florestais com várias espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, a onça parda, o macaco muriqui, o porco-do-mato e diversas aves. Dentre os representantes da fauna que estão mais expostos ao risco de atropelamento na área da rodovia, encontram-se o macaco bugio, a preguiça, o cachorro-do-mato, o tatu-galinha, o gambá, o ouriço-cacheiro, além de gaviões e corujas.
- Efeitos do meio ambiente:
- Redução do habitat de espécies vegetais e animais.
- Desequilíbrio na cadeia alimentar.
- Perda da diversidade genética.
- Como ajudar na redução dos tropelamentos de animais silvestres:
- Respeite a sinalização e os alertas às margens da rodovia.
- Mantenha a velocidade indicada.
- Ao avistar um animal, reduza a velocidade e dê preferência ao mesmo.
- Não jogue restos de alimentos na rodovia ou n seu entorno. Isso atrai os animais.
- Em caso de atropelamento ou ao perceber animais na pista ou nas proximidades, comunique à CRT (21) 2777-8300.
PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO ESCREVA PARA:
faunaviva@crt.com.br
faunaviva@crt.com.br
Concessionária Rio Teresópolis S.A, Rio de Janeiro
Rodovia: BR-166
Praças de pedágio: 4
Telefone: (21) 2777-8300
www.crt.com.br
Rodovia: BR-166
Praças de pedágio: 4
Telefone: (21) 2777-8300
www.crt.com.br
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Cuidando da cria
A maior parte dos mamíferos alimenta seus filhotes e os protege durante os primeiros estágios da vida. Muitos chegam a ensinar os pequenos a procurar e caçar sua comida, e a se defender do perigo. Alguns mamíferos adultos mantêm os filhotes escondidos em tocas ou lugares secretos. Se estão sendo ameaçadas, as mães pegam as crias com a boca, levando-as para um local seguro.
Á direita: Marsupiais como os cangurus dão à luz filhotes ainda não completamente formados. As minúsculas criaturas precisam "nadar" entre os pêlos da mãe para chegar à bolsa marsupial onde podem mamar o leite materno e completar seu desenvolvimento.
Acima: Cuidar do pêlo um do outro é uma importante
atividade para animais como os macacos.
Essa mãe observa atentamente o pêlo do filhote para
tirar sujeira e pulgas.

- Mãe e professora
Á direita: Marsupiais como os cangurus dão à luz filhotes ainda não completamente formados. As minúsculas criaturas precisam "nadar" entre os pêlos da mãe para chegar à bolsa marsupial onde podem mamar o leite materno e completar seu desenvolvimento.Acima: Cuidar do pêlo um do outro é uma importante
atividade para animais como os macacos.
Essa mãe observa atentamente o pêlo do filhote para
tirar sujeira e pulgas.
- Criando os filhotes
- Alimentando as crias

domingo, 5 de dezembro de 2010
Diversas fotos do programa VIDA - Discovery Channel e Vídeo da COBRA ANACONDA comendo uma capivara
Diversas fotos do programa VIDA - Discovery Channel:
http://www.discoverybrasil.com/vida/galeria-fotos-1-1.shtml
Vídeo da COBRA ANACONDA comendo uma capivara:
http://www.youtube.com/watch?v=0owHFW_frTE&NR=1
http://www.discoverybrasil.com/vida/galeria-fotos-1-1.shtml
Vídeo da COBRA ANACONDA comendo uma capivara:
http://www.youtube.com/watch?v=0owHFW_frTE&NR=1
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